ENTENDER O OUTRO É PRÁTICA DA ESCUTA
Se não houver conhecimento e acordo, não existe caminhada juntos e
sozinho não é comunhão.
Olhando, vendo, sentindo, escutando e
acolhendo o outro, diz em João 1.39: “Venham e Vejam vocês mesmos”.
Conhecer, aprender e ouvir não é tudo. Escutar é mais profundo que ouvir. É preciso praticar, executar, explorar e aplicar na vivência do dia a dia, em comunhão crescente e permanente, numa experiência pessoal contínua.
Comunhão significa caminhar junto na jornada
da vida, em mútuo acordo, tendo prazer de estar juntos.
Relacionamento não é estudo técnico ou aprendizado teórico, evasivo, didático, mas dinâmico, persistente, acolhedor, sincero, íntimo, aberto e honesto, ouvindo, sentindo, conhecendo e compreendendo o outro.
Quem sofre agressão ou afronta de um amigo ou outro qualquer, é que deve se preparar para procurar e se abrir, dizendo o que sentiu diretamente com o seu agressor, para ele poder escutar e entender o que ele fez, se desculpando pelo ato.
Saber, conhecer, falar e não praticar é pura
mentira. O processo é dinâmico e na experiência e prática diária e contínua.
É sempre no entorno da mesa, como família, que se caminha para a prática da intimidade relacional, da comunhão saudável, real e frutífera.
Como habitação, de dentro do coração e mente pelo Espírito, que ficou na terra por Jesus, podemos sentir e escutar bem, a orientação e direção correta com intimidade e comunhão, servindo sempre uns aos outros em relacionamentos produtivos e saudáveis, acolhendo, sentindo e acompanhando presencialmente, não nos ‘zaps’ ou mídias digitais ou por falas teóricas, mas sim, na prática relacional, presencial, profunda e contínua.
Não somos deste mundo complicado, mas fomos criados na semelhança muito especial, estando temporariamente neste mundo, vivendo no exemplo e modelo de Jesus, aguardando o resgate completo da semelhança criada, quando chegar o governo de Jesus no novo Reino, que foi instalado na terra e que será perfeito e completo na sua volta.
A essência fundamental, é para ensinar e
discipular pessoalmente, alcançando outros pela boa prática de vida na vida,
copiando e imitando como Jesus faria hoje ( OQJF ), em cada dia, em cada momento
ou situação.
Pregar ou em público, sem sempre mostra Jesus às pessoas, mas é estar disponível por uma nova vida no Seu Reino, ensinando como exemplo e discipulando o amigo.
Boas práticas para uma ‘vida na vida’, é
oferecer, convidar, discipular com hospitalidade, abrindo a casa e colocando no
entorno da mesa, o ritmo relacional de intimidade.
A vida é a iniciativa alegre e leve, acompanhada
por Deus, em cada pessoa que deseja e escolhe a comunhão, com intimidade prazerosa,
praticando sempre o que aprende a cada dia, vivendo escutando e sentindo o
Espírito orientador e intercessor, sem egoísmos e sem se colocar no altar superior,
ou isolado sem convivência e sem a solitude diária, no quarto de escuta ao
começar cada dia.
Edgard F Alves

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